Eclipse Solar de 21 de Setembro: O que esperar do fenômeno astronômico

Neste domingo, 21 de setembro de 2025, o céu será palco de um dos eventos astronômicos mais aguardados do ano: um eclipse solar parcial. O fenômeno ocorre quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, encobrindo parte do disco solar. Embora não seja visível no Brasil, o eclipse poderá ser observado em regiões do Hemisfério Sul, incluindo a Nova Zelândia, costa leste da Austrália, diversas ilhas do Pacífico e partes da Antártica.

Eclipse Solar de 21 de Setembro: O que esperar do fenômeno astronômico

     Horários (UTC)

  • Início parcial: 17h29

  • Máximo do eclipse: 19h41

  • Fim parcial: 21h53

Duração total: cerca de 4 horas e 24 minutos

Durante o auge do evento, em alguns locais a Lua cobrirá até 85% do disco solar, proporcionando um espetáculo impressionante.


Onde será visível

  • Nova Zelândia (especialmente no nascer do Sol de segunda-feira, 22/09, no horário local)

  • Costa leste da Austrália

  • Diversas ilhas do Oceano Pacífico

  • Áreas da Antártica


Importância científica

Eclipses solares são oportunidades únicas para:

  • Estudo da coroa solar;

  • Monitoramento da atividade solar;

  • Engajamento público em divulgação científica.

Além do impacto científico, o fenômeno sempre desperta fascínio cultural, sendo registrado e celebrado ao longo da história por diferentes civilizações.


Segurança na observação

Mesmo em eclipses parciais, é fundamental adotar cuidados:

  • Nunca olhe diretamente para o Sol sem proteção adequada;

  • Utilize apenas óculos especiais certificados ou filtros próprios para telescópios/binóculos;

  • Não use óculos escuros comuns, vidros fumê ou improvisos — eles não protegem a visão.


Conclusão

O eclipse solar de 21 de setembro de 2025 será um espetáculo visível em várias partes do mundo, marcando mais um momento em que a ciência e a beleza natural se encontram. Mesmo sem ser observado em território brasileiro, o fenômeno reforça a importância da astronomia em nossa compreensão do universo e nos lembra de como estamos conectados aos movimentos celestes.